Há já certo tempo desde a última vez que me coloquei em frente do computador pra escrever sobre essa minha vida, que vai caminhando hora em passo largo hora em ritmo de tartaruga.
Pois bem. Dias se foram e acontecimentos e sentimentos bons me preencheram, da mesma forma que alguns sentimentos nada interessantes me atormentaram, como de costume; porém por ser bobagem de uma cabeça que não se foca no que deve, não me importo muito com isso no momento.
Muita coisa mudou, muitas definições me apareceram do dia pra noite, enfim, é como se eu alcançasse quase tudo que eu gostaria, e o resto só não pela minha TOTAL falta de dedicação e preguiça aguda, meus dois maiores problemas desde que me entendo por gente. Atualmente namoro alguém de importância inestimável pra mim, leio um livro que decerto posso julgar a melhor história "clássica" que já li, mesmo antes de terminá-lo, tenho na mão o ingresso pro show que eu mais queria ver já faz uns 3 anos, meu quarto está arrumado e amanhã é domingo. Ah, tenho lições e trabalhos adoidado pra fazer, afinal, não é o paraíso ainda, né?
PS: Título refere-se à música do The Fray que escutei enquanto digitava o post. Lindíssima.
sábado, agosto 13
sábado, julho 16
O amadurecer
Todos que vivem têm suas fases no ciclo tão curto chamado de vivência, alguns experimentam certas coisas antes de outros, e outros nunca têm experiências exatamente como gostariam com determinado assunto, etc. Todavia, o aspecto a ser discutido não é esse.
Muitas vezes usa-se a expressão "imaturo" para caracterizar alguém que você não acha que tem uma idade mental semelhante à idade física, e que isso é retardo pra pessoa e blablabla. No fundo temos crianças dentro de nós, crianças que choram quando as coisas não saem do jeito que fora planejado, crianças que correm atrás dos objetivos sem se importar com o que vem depois, crianças que desejam tudo, e que vibram quando conquistam algo.
Pergunto-me o porquê de certas pessoas visarem tanto o fato de "crescerem" e esquecerem esses pequenos detalhes, que regem nossa vida inteira. Hoje em meio de lembranças e de coisas que me trazem ainda mais lembranças eu percebi, que por mais que negasse, sempre fui uma criança. Uma criança que nunca precisou de muito pra se agradar: algumas palavras doces, gestos sutis de carinho, alguns motivos pra rir e voilà!, tem-se um bom e feliz amigo pelo resto da vida.
Concluo que ser um pouco criança às vezes não faz tão mal, não é? Principalmente se for pra demonstrarmos naturalidade infantil ao expressar algo que é indisfarçável em nós quando crianças: Nossos sentimentos.
Me encerro por aqui no dia de hoje, depois de muito refletir sobre o rumo que quero que as coisas tomem daqui pra frente, e da forma que isso vai acontecer.
Muitas vezes usa-se a expressão "imaturo" para caracterizar alguém que você não acha que tem uma idade mental semelhante à idade física, e que isso é retardo pra pessoa e blablabla. No fundo temos crianças dentro de nós, crianças que choram quando as coisas não saem do jeito que fora planejado, crianças que correm atrás dos objetivos sem se importar com o que vem depois, crianças que desejam tudo, e que vibram quando conquistam algo.
Pergunto-me o porquê de certas pessoas visarem tanto o fato de "crescerem" e esquecerem esses pequenos detalhes, que regem nossa vida inteira. Hoje em meio de lembranças e de coisas que me trazem ainda mais lembranças eu percebi, que por mais que negasse, sempre fui uma criança. Uma criança que nunca precisou de muito pra se agradar: algumas palavras doces, gestos sutis de carinho, alguns motivos pra rir e voilà!, tem-se um bom e feliz amigo pelo resto da vida.
Concluo que ser um pouco criança às vezes não faz tão mal, não é? Principalmente se for pra demonstrarmos naturalidade infantil ao expressar algo que é indisfarçável em nós quando crianças: Nossos sentimentos.
Me encerro por aqui no dia de hoje, depois de muito refletir sobre o rumo que quero que as coisas tomem daqui pra frente, e da forma que isso vai acontecer.
segunda-feira, maio 10
Situação crítica
Me bateu novamente uma vontade súbita, diria até uma necessidade de escrever e preciso fazê-lo. Escrevo aqui agora porque estou completamente perdido sem a menor noção do que devo ou não fazer sobre algo que me é de importância DESCOMUNAL. Não vejo saídas ou meio-termos e não sei se ao acordar amanhã estarei me sentindo melhor, tudo que sei é que não consigo raciocinar com clareza nem nada parecido... Acho que a qualquer momento posso estragar algo que demorei tempos pra conseguir e logo em seguida acho que a maior besteira que faço é ficar me remoendo com isso... Nunca estive em situação parecida, não faço a menor ideia do que devo fazer pra esse sentimento ir embora, mas a vontade que tenho é de declarar a todo o mundo o que guardo comigo há tempos, mas me falta a segurança pra fazer qualquer movimento. Realmente espero acordar amanhã melhor do que estou agora, e não sei se passa de amanhã essa minha ansiedade, só espero que pela primeira vez, dê tudo certo no final.
terça-feira, abril 27
Vivendo, caindo e aprendendo?
Primeiro texto depois da volta à escrita e não acho que vai ficar lá grandes coisas, mas vamos lá.
Nas minhas últimas duas semanas tive experiências diversificadas de situações, ambientes e sentimentos. Pra ser específico até terça-feira passada eu poderia dizer que estava vivendo um sonho em que tudo dava certo pra mim e que a vida era uma grande maravilha, mas hoje a história não é bem essa. Minha semana decaiu na quinta-feira e desmoronou na sexta; nunca estive tão mal em toda a vida e não conseguia ver uma maneira de parar de pensar em todos problemas que eu tinha (e que, graças a um otimismo estúpido - que resolveu me devorar de uma hora pra outra - não vi antes), perdi horas e horas extremamente mal tentando descobrir uma maneira de juntar cacos de um prédio de vidro sem cortar as mãos. A conclusão? Não descobri NADA.
A vida nos proporciona bons e maus momentos, e cabe a nós saber aproveitar ou nos privar deles. Você é feliz quando aproveita seus momentos bons e se priva dos ruins, o que é difícil, porém simples.
No meio do meu momento 'emo filosofando' cheguei a uma conclusão um pouco mais clara: Não há formas de não se sofrer algumas vezes na vida, seja esse sofrimento ocasionado pelo que for. Temos problemas e continuaremos tendo-os pelo resto da vida, eles só farão um rodízio pra nos deixar cada vez mais despreparados pro que vier, ao mesmo que tempo que nos deixam mais fortes pra aguentar o tranco. O que quero dizer é, não temos nenhuma maneira de evitar maus momentos, mas pra conseguirmos viver de forma plena devemos saber quando nos privar deles, isso é, simplesmente mandar um foda-se e seguir a vida, afinal nenhum problema nos é irreversível a não ser nossa própria morte.
Estive tão mal quanto possível por todo fim de semana e não fazia ideia de quando aquilo iria acabar, e acabou? Não. Ainda tenho resquícios dos problemas grandes e totalidades dos problemas pequenos. Perdi a confiança que tinha em algumas pessoas e me decepcionei profundamente com outras, mas o que ficou disso em mim foi: e daí? Em míseros três dias estive péssimo, mas e no resto? O que são três dias comparados a meses sem enfrentar nenhum problema sério, apenas vivendo da melhor maneira possível? A resposta é óbvia: nada.
Por que vou supervalorizar meus problemas e desvalorizar o que me desafoga deles? Não há motivos pra fazer isso, não há um porque. Todos sabemos nossos limites e temos noção de que uma hora vamos estourar e nada vai estar bom... mas uma hora é muito pouco perto do tempo que passamos bem, entre amigos, rindo e mais que tudo isso, vivendo.
A resposta pra pergunta-título do texto é: NÃO. Nós não caimos e aprendemos, pois conseguimos repetir por várias e várias vezes o mesmo erro, mas nós temos a capacidade de nos fortalecer a cada vez que somos derrubados, e isso sim é o que nos é útil, o que nos motiva a continuar mesmo já sabendo que teremos problemas à frente, e é por essa capacidade que devemos zelar a cada vez que temos uma decepção, com ela, algo grande pode se transformar em pequeno em questão de segundos, problemas se tornam soluções um do outro, pessoas se tornam AMIGOS. E é por esse motivo que estamos em busca de viver sempre melhor, pois sem decepções não existem alegrias.
PS: Não conferi a caligrafia pois estou com um sono sureal, qualquer erro de português culpe o sono.
Nas minhas últimas duas semanas tive experiências diversificadas de situações, ambientes e sentimentos. Pra ser específico até terça-feira passada eu poderia dizer que estava vivendo um sonho em que tudo dava certo pra mim e que a vida era uma grande maravilha, mas hoje a história não é bem essa. Minha semana decaiu na quinta-feira e desmoronou na sexta; nunca estive tão mal em toda a vida e não conseguia ver uma maneira de parar de pensar em todos problemas que eu tinha (e que, graças a um otimismo estúpido - que resolveu me devorar de uma hora pra outra - não vi antes), perdi horas e horas extremamente mal tentando descobrir uma maneira de juntar cacos de um prédio de vidro sem cortar as mãos. A conclusão? Não descobri NADA.
A vida nos proporciona bons e maus momentos, e cabe a nós saber aproveitar ou nos privar deles. Você é feliz quando aproveita seus momentos bons e se priva dos ruins, o que é difícil, porém simples.
No meio do meu momento 'emo filosofando' cheguei a uma conclusão um pouco mais clara: Não há formas de não se sofrer algumas vezes na vida, seja esse sofrimento ocasionado pelo que for. Temos problemas e continuaremos tendo-os pelo resto da vida, eles só farão um rodízio pra nos deixar cada vez mais despreparados pro que vier, ao mesmo que tempo que nos deixam mais fortes pra aguentar o tranco. O que quero dizer é, não temos nenhuma maneira de evitar maus momentos, mas pra conseguirmos viver de forma plena devemos saber quando nos privar deles, isso é, simplesmente mandar um foda-se e seguir a vida, afinal nenhum problema nos é irreversível a não ser nossa própria morte.
Estive tão mal quanto possível por todo fim de semana e não fazia ideia de quando aquilo iria acabar, e acabou? Não. Ainda tenho resquícios dos problemas grandes e totalidades dos problemas pequenos. Perdi a confiança que tinha em algumas pessoas e me decepcionei profundamente com outras, mas o que ficou disso em mim foi: e daí? Em míseros três dias estive péssimo, mas e no resto? O que são três dias comparados a meses sem enfrentar nenhum problema sério, apenas vivendo da melhor maneira possível? A resposta é óbvia: nada.
Por que vou supervalorizar meus problemas e desvalorizar o que me desafoga deles? Não há motivos pra fazer isso, não há um porque. Todos sabemos nossos limites e temos noção de que uma hora vamos estourar e nada vai estar bom... mas uma hora é muito pouco perto do tempo que passamos bem, entre amigos, rindo e mais que tudo isso, vivendo.
A resposta pra pergunta-título do texto é: NÃO. Nós não caimos e aprendemos, pois conseguimos repetir por várias e várias vezes o mesmo erro, mas nós temos a capacidade de nos fortalecer a cada vez que somos derrubados, e isso sim é o que nos é útil, o que nos motiva a continuar mesmo já sabendo que teremos problemas à frente, e é por essa capacidade que devemos zelar a cada vez que temos uma decepção, com ela, algo grande pode se transformar em pequeno em questão de segundos, problemas se tornam soluções um do outro, pessoas se tornam AMIGOS. E é por esse motivo que estamos em busca de viver sempre melhor, pois sem decepções não existem alegrias.
PS: Não conferi a caligrafia pois estou com um sono sureal, qualquer erro de português culpe o sono.
De volta à escrita
Depois de meeeeeeeeses longos me deu uma vontade grande demais de escrever aqui e como faço tudo que quero que está ao meu alcance, estou de volta haha
Queria deixar claro que não tenho frequencia (ou muito menos tempo pra tentar fazer uma), mas sempre que me bater vontade escreverei sobre alguma coisa.
E boa leitura ^^
Queria deixar claro que não tenho frequencia (ou muito menos tempo pra tentar fazer uma), mas sempre que me bater vontade escreverei sobre alguma coisa.
E boa leitura ^^
sábado, janeiro 16
Protagonista e Coadjuvante
Essa semana me foi bem interessante, a aproveitei muito bem e fiz quase tudo do que mais gosto de fazer. Uma dessas atividades é ver filmes, que pessoa com um pouco de curiosidade e tempo a ser gasto não gosta de ver um filme do gênero que acha mais interessante? Vi filmes de vários gêneros, mas quanto a isso não entrarei em detalhes. O que me faz escrever foi o pensamento que tive após ver numa só semana mais de um filme por dia, um pensamento sobre protagonistas e coadjuvantes, não em filmes, na vida. Na grande parte dos filmes existe um protagonista que é levado até o fim com seu papel (exceto em alguns casos quando este morre, fica debilitado ou é trocado por seu filho/irmão/etc.), e têm coadjuvante fixo (novamente há excessões e dessa vez menos raras). Mas em nossas vidas, será que sempre somos os protagonistas? Eu acho que não. Se lembra daquela vez que conheceu alguém com um único intuito de apresentá-lo para outra pessoa? Ou daquela em que você conduziu uma conversa só esperando a hora certa para deixar os outros participantes a sós? Certamente alguma situação de coadjuvante já aconteceu com você, mas há algum mal nisso? Maybe. As piores coisas da vida acontecem quando você quer ser o protagonista e acaba sendo o coadjuvante, quando você perde o foco do que veio fazer de início e acaba seguindo um caminho mais, digamos, sombrio. Conquistas materiais, amorosas, relacionamentos, em tudo que você esquece que está protagonizando o ato, acaba se tornando o coadjuvante por tabela.
Como fazer com que isso não aconteça? É uma pergunta fácil: Simplesmente não dá. Vamos tomar como exemplo nossos momentos sozinhos, sem comunicação ou interação com ninguém, ali nós pensamos, refletimos e planejamos várias coisas, mas no final acabamos fazendo o que nos dá na telha e é mais conveniente a cada momento, sendo protagonistas ou coadjuvantes em nossa própria vida. Há alguns momentos em que ser coadjuvante chega a ser melhor que ser o protagonista e convenientemente você troca de lugar, já em outras o faz sem querer e na pior das situações tenta trocar e não consegue.
Devemos sempre tentar ser os protagonistas de nossas vidas, não devemos nos deixar abalar por um obstáculo ou uma dificuldade, porque assim como em filmes nossas vidas são cheias de problemas que precisam ser driblados para se encontrar a felicidade dentro de nós, seja ela como for. Não se coloque de lado em uma situação que quer ser o centro, seja você e ninguém mais, porque quando um protagonista se torna coadjuvante é realmente difícil voltar a ser o centro das atenções.
Como fazer com que isso não aconteça? É uma pergunta fácil: Simplesmente não dá. Vamos tomar como exemplo nossos momentos sozinhos, sem comunicação ou interação com ninguém, ali nós pensamos, refletimos e planejamos várias coisas, mas no final acabamos fazendo o que nos dá na telha e é mais conveniente a cada momento, sendo protagonistas ou coadjuvantes em nossa própria vida. Há alguns momentos em que ser coadjuvante chega a ser melhor que ser o protagonista e convenientemente você troca de lugar, já em outras o faz sem querer e na pior das situações tenta trocar e não consegue.
Devemos sempre tentar ser os protagonistas de nossas vidas, não devemos nos deixar abalar por um obstáculo ou uma dificuldade, porque assim como em filmes nossas vidas são cheias de problemas que precisam ser driblados para se encontrar a felicidade dentro de nós, seja ela como for. Não se coloque de lado em uma situação que quer ser o centro, seja você e ninguém mais, porque quando um protagonista se torna coadjuvante é realmente difícil voltar a ser o centro das atenções.
sexta-feira, janeiro 15
Até que ponto devemos nos deixar influenciar?
Ultimamente tenho lido mais textos e informações "úteis" quando acesso a internet. Minha maneira de pensar e agir muda de forma significante cada vez que leio algo que contraria minha opinião, ou mostra outro lado sobre ela. Mas aí fica a questão: Até que ponto se influenciar por leituras ou experiências vividas? Cada pessoa vê de uma forma, alguns se mostram "rebeldes" quando tem sua opinião contrariada, outros avaliam e tentam chegar a um consenso e por sua vez, os que chamo de fáceis são aqueles que ao terem sua opinião contrariada rapidamente mudam e se adaptam ao modo de pensar do outro.
Eis que surge o problema: Qualquer um pode escrever qualquer coisa que pode ser lida por muita gente (principalmente quando se fala de internet), ou seja, estamos constantemente sendo influenciados por muita coisa que nem deveria ser lida de tão banal ou estúpida que possa ser. Essa é ainda uma questão de peso pena, se comparararmos a internet com a televisão, por exemplo. A quantidade de coisas que não tem nenhuma utilidade que vemos na televisão é assustadora, alguns até têm o intuito de divertir ou mais informalmente fazer graça, porém raramente alcançam seu objetivo se tornando foco de piadas como o Zorra Total que nos apresenta coisas novas (e muito úteis para todos, obviamente) a cada sábado, ou o ótima A Praça é Nossa que também é um poço de cultura.
E é aí que está, a maioria nem chega a pensar, mas já está se influenciando, coisas como "to pagaaaaaando" e imitações de Tevez por aí mostram isso nítidamente. Nesses casos é melhor desistir, pois o sujeito em questão já não tem salvação. Mas o problema é herdado quando vemos algo realmente interessante e útil por aí, mas que vai contra nossas opiniões e às vezes até contra alguns de nossos princípios. Deveríamos aplicar de mesma forma o "filtro" que usamos para bobagens nesse caso? Não. É claro que não devemos sair mudando de ideia a cada opinião que vemos, mas temos de analisar como um todo o que está sendo discutido para aí sim tomar partido do que achamos certo ou errado. Você decerto vai mudar de opinião N vezes na vida, mas ao menos tenha o bom senso de antes de simplesmente mudar, descobrir o porque disso e o que realmente te levou a mudar, não saia por aí feito um imbecil fazendo e falando qualquer coisa que vê ou lê simplesmente porque acha que " se é popular, então é legal".
A pergunta em si não tem uma resposta, mas várias. O que fica é o que nós devemos pensar sobre e o que deveríamos fazer em cada situação e isso fica a critério de cada um. Mas nunca deixe de fazer o essencial: Pense
Eis que surge o problema: Qualquer um pode escrever qualquer coisa que pode ser lida por muita gente (principalmente quando se fala de internet), ou seja, estamos constantemente sendo influenciados por muita coisa que nem deveria ser lida de tão banal ou estúpida que possa ser. Essa é ainda uma questão de peso pena, se comparararmos a internet com a televisão, por exemplo. A quantidade de coisas que não tem nenhuma utilidade que vemos na televisão é assustadora, alguns até têm o intuito de divertir ou mais informalmente fazer graça, porém raramente alcançam seu objetivo se tornando foco de piadas como o Zorra Total que nos apresenta coisas novas (e muito úteis para todos, obviamente) a cada sábado, ou o ótima A Praça é Nossa que também é um poço de cultura.
E é aí que está, a maioria nem chega a pensar, mas já está se influenciando, coisas como "to pagaaaaaando" e imitações de Tevez por aí mostram isso nítidamente. Nesses casos é melhor desistir, pois o sujeito em questão já não tem salvação. Mas o problema é herdado quando vemos algo realmente interessante e útil por aí, mas que vai contra nossas opiniões e às vezes até contra alguns de nossos princípios. Deveríamos aplicar de mesma forma o "filtro" que usamos para bobagens nesse caso? Não. É claro que não devemos sair mudando de ideia a cada opinião que vemos, mas temos de analisar como um todo o que está sendo discutido para aí sim tomar partido do que achamos certo ou errado. Você decerto vai mudar de opinião N vezes na vida, mas ao menos tenha o bom senso de antes de simplesmente mudar, descobrir o porque disso e o que realmente te levou a mudar, não saia por aí feito um imbecil fazendo e falando qualquer coisa que vê ou lê simplesmente porque acha que " se é popular, então é legal".
A pergunta em si não tem uma resposta, mas várias. O que fica é o que nós devemos pensar sobre e o que deveríamos fazer em cada situação e isso fica a critério de cada um. Mas nunca deixe de fazer o essencial: Pense
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