Essa semana me foi bem interessante, a aproveitei muito bem e fiz quase tudo do que mais gosto de fazer. Uma dessas atividades é ver filmes, que pessoa com um pouco de curiosidade e tempo a ser gasto não gosta de ver um filme do gênero que acha mais interessante? Vi filmes de vários gêneros, mas quanto a isso não entrarei em detalhes. O que me faz escrever foi o pensamento que tive após ver numa só semana mais de um filme por dia, um pensamento sobre protagonistas e coadjuvantes, não em filmes, na vida. Na grande parte dos filmes existe um protagonista que é levado até o fim com seu papel (exceto em alguns casos quando este morre, fica debilitado ou é trocado por seu filho/irmão/etc.), e têm coadjuvante fixo (novamente há excessões e dessa vez menos raras). Mas em nossas vidas, será que sempre somos os protagonistas? Eu acho que não. Se lembra daquela vez que conheceu alguém com um único intuito de apresentá-lo para outra pessoa? Ou daquela em que você conduziu uma conversa só esperando a hora certa para deixar os outros participantes a sós? Certamente alguma situação de coadjuvante já aconteceu com você, mas há algum mal nisso? Maybe. As piores coisas da vida acontecem quando você quer ser o protagonista e acaba sendo o coadjuvante, quando você perde o foco do que veio fazer de início e acaba seguindo um caminho mais, digamos, sombrio. Conquistas materiais, amorosas, relacionamentos, em tudo que você esquece que está protagonizando o ato, acaba se tornando o coadjuvante por tabela.
Como fazer com que isso não aconteça? É uma pergunta fácil: Simplesmente não dá. Vamos tomar como exemplo nossos momentos sozinhos, sem comunicação ou interação com ninguém, ali nós pensamos, refletimos e planejamos várias coisas, mas no final acabamos fazendo o que nos dá na telha e é mais conveniente a cada momento, sendo protagonistas ou coadjuvantes em nossa própria vida. Há alguns momentos em que ser coadjuvante chega a ser melhor que ser o protagonista e convenientemente você troca de lugar, já em outras o faz sem querer e na pior das situações tenta trocar e não consegue.
Devemos sempre tentar ser os protagonistas de nossas vidas, não devemos nos deixar abalar por um obstáculo ou uma dificuldade, porque assim como em filmes nossas vidas são cheias de problemas que precisam ser driblados para se encontrar a felicidade dentro de nós, seja ela como for. Não se coloque de lado em uma situação que quer ser o centro, seja você e ninguém mais, porque quando um protagonista se torna coadjuvante é realmente difícil voltar a ser o centro das atenções.
sábado, janeiro 16
sexta-feira, janeiro 15
Até que ponto devemos nos deixar influenciar?
Ultimamente tenho lido mais textos e informações "úteis" quando acesso a internet. Minha maneira de pensar e agir muda de forma significante cada vez que leio algo que contraria minha opinião, ou mostra outro lado sobre ela. Mas aí fica a questão: Até que ponto se influenciar por leituras ou experiências vividas? Cada pessoa vê de uma forma, alguns se mostram "rebeldes" quando tem sua opinião contrariada, outros avaliam e tentam chegar a um consenso e por sua vez, os que chamo de fáceis são aqueles que ao terem sua opinião contrariada rapidamente mudam e se adaptam ao modo de pensar do outro.
Eis que surge o problema: Qualquer um pode escrever qualquer coisa que pode ser lida por muita gente (principalmente quando se fala de internet), ou seja, estamos constantemente sendo influenciados por muita coisa que nem deveria ser lida de tão banal ou estúpida que possa ser. Essa é ainda uma questão de peso pena, se comparararmos a internet com a televisão, por exemplo. A quantidade de coisas que não tem nenhuma utilidade que vemos na televisão é assustadora, alguns até têm o intuito de divertir ou mais informalmente fazer graça, porém raramente alcançam seu objetivo se tornando foco de piadas como o Zorra Total que nos apresenta coisas novas (e muito úteis para todos, obviamente) a cada sábado, ou o ótima A Praça é Nossa que também é um poço de cultura.
E é aí que está, a maioria nem chega a pensar, mas já está se influenciando, coisas como "to pagaaaaaando" e imitações de Tevez por aí mostram isso nítidamente. Nesses casos é melhor desistir, pois o sujeito em questão já não tem salvação. Mas o problema é herdado quando vemos algo realmente interessante e útil por aí, mas que vai contra nossas opiniões e às vezes até contra alguns de nossos princípios. Deveríamos aplicar de mesma forma o "filtro" que usamos para bobagens nesse caso? Não. É claro que não devemos sair mudando de ideia a cada opinião que vemos, mas temos de analisar como um todo o que está sendo discutido para aí sim tomar partido do que achamos certo ou errado. Você decerto vai mudar de opinião N vezes na vida, mas ao menos tenha o bom senso de antes de simplesmente mudar, descobrir o porque disso e o que realmente te levou a mudar, não saia por aí feito um imbecil fazendo e falando qualquer coisa que vê ou lê simplesmente porque acha que " se é popular, então é legal".
A pergunta em si não tem uma resposta, mas várias. O que fica é o que nós devemos pensar sobre e o que deveríamos fazer em cada situação e isso fica a critério de cada um. Mas nunca deixe de fazer o essencial: Pense
Eis que surge o problema: Qualquer um pode escrever qualquer coisa que pode ser lida por muita gente (principalmente quando se fala de internet), ou seja, estamos constantemente sendo influenciados por muita coisa que nem deveria ser lida de tão banal ou estúpida que possa ser. Essa é ainda uma questão de peso pena, se comparararmos a internet com a televisão, por exemplo. A quantidade de coisas que não tem nenhuma utilidade que vemos na televisão é assustadora, alguns até têm o intuito de divertir ou mais informalmente fazer graça, porém raramente alcançam seu objetivo se tornando foco de piadas como o Zorra Total que nos apresenta coisas novas (e muito úteis para todos, obviamente) a cada sábado, ou o ótima A Praça é Nossa que também é um poço de cultura.
E é aí que está, a maioria nem chega a pensar, mas já está se influenciando, coisas como "to pagaaaaaando" e imitações de Tevez por aí mostram isso nítidamente. Nesses casos é melhor desistir, pois o sujeito em questão já não tem salvação. Mas o problema é herdado quando vemos algo realmente interessante e útil por aí, mas que vai contra nossas opiniões e às vezes até contra alguns de nossos princípios. Deveríamos aplicar de mesma forma o "filtro" que usamos para bobagens nesse caso? Não. É claro que não devemos sair mudando de ideia a cada opinião que vemos, mas temos de analisar como um todo o que está sendo discutido para aí sim tomar partido do que achamos certo ou errado. Você decerto vai mudar de opinião N vezes na vida, mas ao menos tenha o bom senso de antes de simplesmente mudar, descobrir o porque disso e o que realmente te levou a mudar, não saia por aí feito um imbecil fazendo e falando qualquer coisa que vê ou lê simplesmente porque acha que " se é popular, então é legal".
A pergunta em si não tem uma resposta, mas várias. O que fica é o que nós devemos pensar sobre e o que deveríamos fazer em cada situação e isso fica a critério de cada um. Mas nunca deixe de fazer o essencial: Pense
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