Primeiro texto depois da volta à escrita e não acho que vai ficar lá grandes coisas, mas vamos lá.
Nas minhas últimas duas semanas tive experiências diversificadas de situações, ambientes e sentimentos. Pra ser específico até terça-feira passada eu poderia dizer que estava vivendo um sonho em que tudo dava certo pra mim e que a vida era uma grande maravilha, mas hoje a história não é bem essa. Minha semana decaiu na quinta-feira e desmoronou na sexta; nunca estive tão mal em toda a vida e não conseguia ver uma maneira de parar de pensar em todos problemas que eu tinha (e que, graças a um otimismo estúpido - que resolveu me devorar de uma hora pra outra - não vi antes), perdi horas e horas extremamente mal tentando descobrir uma maneira de juntar cacos de um prédio de vidro sem cortar as mãos. A conclusão? Não descobri NADA.
A vida nos proporciona bons e maus momentos, e cabe a nós saber aproveitar ou nos privar deles. Você é feliz quando aproveita seus momentos bons e se priva dos ruins, o que é difícil, porém simples.
No meio do meu momento 'emo filosofando' cheguei a uma conclusão um pouco mais clara: Não há formas de não se sofrer algumas vezes na vida, seja esse sofrimento ocasionado pelo que for. Temos problemas e continuaremos tendo-os pelo resto da vida, eles só farão um rodízio pra nos deixar cada vez mais despreparados pro que vier, ao mesmo que tempo que nos deixam mais fortes pra aguentar o tranco. O que quero dizer é, não temos nenhuma maneira de evitar maus momentos, mas pra conseguirmos viver de forma plena devemos saber quando nos privar deles, isso é, simplesmente mandar um foda-se e seguir a vida, afinal nenhum problema nos é irreversível a não ser nossa própria morte.
Estive tão mal quanto possível por todo fim de semana e não fazia ideia de quando aquilo iria acabar, e acabou? Não. Ainda tenho resquícios dos problemas grandes e totalidades dos problemas pequenos. Perdi a confiança que tinha em algumas pessoas e me decepcionei profundamente com outras, mas o que ficou disso em mim foi: e daí? Em míseros três dias estive péssimo, mas e no resto? O que são três dias comparados a meses sem enfrentar nenhum problema sério, apenas vivendo da melhor maneira possível? A resposta é óbvia: nada.
Por que vou supervalorizar meus problemas e desvalorizar o que me desafoga deles? Não há motivos pra fazer isso, não há um porque. Todos sabemos nossos limites e temos noção de que uma hora vamos estourar e nada vai estar bom... mas uma hora é muito pouco perto do tempo que passamos bem, entre amigos, rindo e mais que tudo isso, vivendo.
A resposta pra pergunta-título do texto é: NÃO. Nós não caimos e aprendemos, pois conseguimos repetir por várias e várias vezes o mesmo erro, mas nós temos a capacidade de nos fortalecer a cada vez que somos derrubados, e isso sim é o que nos é útil, o que nos motiva a continuar mesmo já sabendo que teremos problemas à frente, e é por essa capacidade que devemos zelar a cada vez que temos uma decepção, com ela, algo grande pode se transformar em pequeno em questão de segundos, problemas se tornam soluções um do outro, pessoas se tornam AMIGOS. E é por esse motivo que estamos em busca de viver sempre melhor, pois sem decepções não existem alegrias.
PS: Não conferi a caligrafia pois estou com um sono sureal, qualquer erro de português culpe o sono.
terça-feira, abril 27
De volta à escrita
Depois de meeeeeeeeses longos me deu uma vontade grande demais de escrever aqui e como faço tudo que quero que está ao meu alcance, estou de volta haha
Queria deixar claro que não tenho frequencia (ou muito menos tempo pra tentar fazer uma), mas sempre que me bater vontade escreverei sobre alguma coisa.
E boa leitura ^^
Queria deixar claro que não tenho frequencia (ou muito menos tempo pra tentar fazer uma), mas sempre que me bater vontade escreverei sobre alguma coisa.
E boa leitura ^^
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